Portefólio de psicologia 12ºano

06
Mar 08


Cultura é tudo aquilo que é aprendido pelos indivíduos de um grupo, conferindo-lhes qualidade únicas. São os padrões culturais aprendidos e desenvolvidos pelo ser humano, como por exemplo, o conhecimento, a crença, as artes, a moral, a lei e os costumes.
Escolhi estas imagens porque se enquadram nos diferentes "ramos"anteriormente referidos.
publicado por psicologiaxxi às 22:54

O conceito de cultura tem um sentido diferente do senso comum. Sintetizando, simboliza tudo o que é aprendido e partilhado pelos indivíduos de um determinado grupo e que confere uma identidade dentro do grupo a que pertença. Na sociologia não existem culturas superiores, nem culturas inferiores pois a cultura é relativa, designando-se em sociologia por relativismo cultural, isto é a cultura espanhola não é igual à cultura portuguesa, por exemplo: diferem na maneira de se vestirem, na maneira de agirem, têm crenças, valores e normas diferentes... ou seja, têm padrões culturais distintos.

 

Texto retirado de: Wikipédia, a Enciclopédia livre.

publicado por psicologiaxxi às 22:47

ACTIVIDADES

Página 78

 

1.       Em contexto de sala de aula, a nossa sociedade estabeleceu certos parâmetros de comportamento que devem ser respeitados. O princípio que funciona como base para todas as outras regras é o respeito mútuo (entre professores e alunos e para com os restantes colegas de turma). Este respeito mútuo leva a que os alunos moderem as suas atitudes dentro da sala de aula.

Desde tenra idade, são incutidas nas crianças os princípios base do comportamento numa sala. São exemplo disso:

·         Não deitar lixo para o chão;

·         Não comer dentro da sala;

·         Não utilizar o telemóvel no contexto de sala de aula;

·         Não perturbar o bom funcionamento da aula;

·         Respeitar colegas e professores;

·         Trazer o material necessário;

·         Ser assíduo e pontual;

Apesar de fora do contexto de sala de aula as regras não serem as mesmas, continuamos, de igual forma, a ser coordenados pelo padrão sócio-cultural implementado na nossa sociedade. Ainda que estas sejam mais permissivas, temos, de igual modo, que nos adaptar a elas. No exterior da sala de aula, algumas das coisas que no interior não nos seriam permitidas, são consideradas normais, como é o caso de utilizar o telemóvel ou comer.

Além destes, existem ainda outros comportamentos que devem ser respeitados, segundo o nosso padrão cultural, para a vida em sociedade, que são designados como regras de cidadania. Podemos enumerar, por exemplo:

·         Respeitar o espaço de cada um;

·         Respeitar a integridade física e moral de todos os indivíduos;

·         Respeitar as diferenças;

·         Evitar comportamentos que perturbem outros indivíduos;

 

2.       Ao longo da nossa vida escolar, têm-nos sido incutidos um conjunto de regras básicas que devemos respeitar. Essas regras continuam presentes na nossa mente ao longo de toda a nossa vida e vão passando de geração em geração, modificando-se para acompanhar o progresso da vida em sociedade. Essas mesmas regras constituem o nosso padrão cultural e ao longo do tempo, vamos começando por assumir essas regras como sendo nossas, cumprindo-as quase inconscientemente.

Nos primeiros anos escolares, quando a professora ou os pais nos diziam que não deveríamos sentar-nos com uma perna debaixo do rabo, ou que não devíamos interromper ninguém, seja o professor ou um colega de turma quando este está a falar, achávamos que estas regras eram um tanto ou quanto estranhas e que se tratavam apenas de uma certa implicância. Com o passar dos anos, e com a progressão académica, começamos agora a achar estranho é alguém sentar-se da forma que o nosso padrão cultural acha estranha, ou até mesmo interromper alguém quando este expõe as suas ideias. Chegamos mesmo a achar que se trata de uma tremenda falta de educação. A que se deve esta mudança? É simples, as regras que nos incutiram ficaram gravadas na nossa mente, e funcionam como matriz relativamente à análise do nosso comportamento e ao de outras pessoas.

 

3.       Ao longo dos tempos, as relações no contexto escolar foram evoluindo.

Há poucos anos, no tempo dos nossos pais, a atitude por parte do professor era muito mais autoritária. No espaço escolar havia um conjunto de regras que restringiam o comportamento dos alunos. Era impensável andar-se a correr nos corredores, ou rebentar um saco plástico, e quando isto acontecia, ao contrário do que acontece nos nossos tempos em que era dado um castigo pedagógico, a autoridade era exercida com alguma violência. O distanciamento afectivo entre aluno e professor era muito maior. Em regra, a relação entre professor e aluno assumia contornos mais rígidos, restringindo-se apenas à sala de aula. A aprendizagem assentava sobretudo na memorização de conteúdos e não na compreensão dos mesmos.

Em tempos mais remotos, como no tempo dos nossos avós, as regras no contexto escolar eram ainda mais rígidas, uma vez que a tendência foi a de tornar as regras mais flexíveis.

 

4.       Em contexto de sala de aula, tal como anteriormente referimos, há um conjunto de regras a respeitar. Como já mencionamos anteriormente, o princípio fundamental das relações interpessoais, neste caso, é o respeito mútuo, tanto pelo espaço como das opiniões de cada um, visto que devemos respeitar para ser respeitados. Daí fazer sentido referirmo-nos ao contexto sala de aula como sendo um contexto negociado, onde cada um é livre de expressar as suas opiniões, mas sem extravasar os limites da boa educação e do respeito pelo outro estabelecidos pelo padrão cultural pelo qual a nossa sociedade se rege. Esse facto verifica-se, também, fora do contexto sala de aula, onde, apesar de as regras serem mais liberais, continuam a ter que ser respeitados certos limites e regras de civismo para que seja possível a vida em sociedade.

publicado por psicologiaxxi às 22:42

Hipófise (Glândula Mestra):
 
Funções:
 
Controla o funcionamento das outras glândulas (libertando estimulina).
Regula o crescimento (libertando a hormona somatotrópica).
Com o hipotálamo, regula a fome, a sede, a sexualidade e a reprodução.
 
Disfunções:
 
O hiperfuncionamento, durante a infância, provoca o gigantismo e a acromegalia (Excesso de hormonas somatotrópica). O hipofuncionamento provoca o nanismo.
 
 
Tiroide:  
 
Funções:
 
Regula o metabolismo do organismo (hormona tiroxina). 
 
Disfunções:
 
O hipertiroidismo provoca a perda de peso, nervosismo, hiperexcitabilidade, hiperemotividade, insónias e irritabilidade. O hipertiroidismo provoca aumento de peso, apatia e fadiga permanente.
 
 
Supra-renais:
 
Aumentar o metabolismo celular (adrenalina e noradrenalina).
publicado por psicologiaxxi às 21:55

     O sistema endócrino é formado pelo conjunto de glândulas que apresentam como actividade característica a produção de secreções denominadas hormonas. Normalmente, o sistema endócrino interage com o sistema nervoso, formando mecanismos reguladores bastante precisos.

     O sistema nervoso pode fornecer ao sistema endócrino informações sobre o meio externo, enquanto que o sistema endócrino regula a resposta interna do organismo a esta informação. Dessa forma, o sistema endócrino em conjunto com o sistema nervoso, actuam na coordenação e regulação das funções corporais.

     Alguns dos principais órgãos que constituem o sistema endócrino são: a hipófise, o hipotálamo , a tiróide, as supra-renais, o pâncreas e as gónadas (os ovários e os testículos).

 

Principais glândulas endócrinas. (Masculinas na esquerda, femininas na direita.) 1. Glândula pineal 2. Glândula pituitária 3. Glândula tireóide 4. Timo 5. Glândula supra-renal 6. Pâncreas 7. Ovário 8. Testículo

Legenda:
Principais glândulas endócrinas.

1. Glândula pineal

2. Glândula pituitária

3. Glândula tireóide

4. Timo

5. Glândula supra-renal

6. Pâncreas

7. Ovário

8. Testículo

publicado por psicologiaxxi às 20:30

Do Desejo ao Feto:
Nesta primeira parte do documentário, retrata a fase "antes" do nascimento da criança. Começa por referir a forma como os futuros progenitores se conheceram, e evolui até à preparação destes para o nascimento de um filho. Ainda nesta fase, faz-se referencia ainda à formação do feto, à herança genética que passa dos progenitores para o feto e ainda à sua adaptação ao útero materno.
O Despertar dos Sentidos
Nesta segunda fase iniciam-se as interacções entre mãe e bebé. Criam-se ainda os neurónios e as ligações cerebrais no feto.  A placenta, que funciona como filtro para as bactérias, mostra a sua incapacidade de cumprir a sua função perante as investidas lançadas por toxinas como o fumo ou o alcool. Este último é extremamente nocivo para a criança, uma vez que pode provocar má nutrição, anorexia e deformações. Começam também, nesta fase do desenvolvimento, a despertar os sentidos, começando pelo tacto. Ás 24 semanas o feto começa a ser sensível á dor, mas o facto de estar dentro do líquido ameniótico protege-o dos choques. Ao 4º mês, iniciam-se as interacções da mãe com o bebé. Ao 5º mês passa a ser possível determinar qual o sexo do bebé. Desenvolvem-se também o paladar e o olfacto. Desenvolve-se ainda o sistema neuronal. Ao sexto mês a audição coça a desenvolver-se. Inicialmente, o feto recebe as informações auditivas pelas ondas que embatem na barriga da mãe e ao longo do tempo vai aumentando a sensibilidade até que no oitavo ou nono mês, em que o sistema auditivo se encontra suficientemente maduro. O bebé reconhece a voz da mãe e mais tarde reconhece a linguagem e consegue captar emoções através dela. Após o 7º mês, procura saber-se, qual a posição do feto dentro do útero materno. Nesta fase, o feto abre os olhos que na maioria dos casos, nesta fase, são azuis.
A Hora do Nascimento
É no último trimestre que se dão as últimas etapas do desenvolvimento do feto. Os pulmões ficam amadurecem e a mãe começa a sentir-se mentalmente preparada para o nascimento do filho. A nível físico, visita ainda a maternidade onde o seu filho verá pela primeira vez a luz, e frequenta aulas de preparação para o parto. No nascimento, os pulmões do bebé ainda não estão prontos e só estarão dentro de 32 semanas. É comum ver o obstetra a fazer o bebé chorar mal nasce. Acontece para dilatar os pulmões e fazer trocas gasosas. Dependendo da maneira como a mãe lida com o stress, o bebé pode vir a sofre ou não. Ao sentir a mãe a controlar o stress, o bebé aprende também a controlar as emoções. A influência da mãe é muito importante no desenvolvimento do bebé.
publicado por psicologiaxxi às 20:27

=> Início da matéria do segundo periodo!

publicado por psicologiaxxi às 20:10

Março 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


subscrever feeds
arquivos
2008

2007

Música
PsicologiaXXI
Relógio: